Escolho ser amor, seja onde for!

Como você sabe sobre o antes e o depois? Só podemos perceber quem somos agora se compreendermos quem fomos, só podemos dizer que estamos evoluindo porque entendemos que nos transformamos e que tudo muda continuamente, a cada dia um milímetro a esquerda ou a direita.

Geralmente temos aversão a um diálogo franco com nós mesmos, principalmente sobre a nossa parte “ruim”, nós somos capazes de dizer a nós mesmos que não temos inveja, que não somos orgulhosos e vaidosos, e quando não admitimos para tentarmos entender todas as facetas que nos envolve não evoluímos com força, somos no fundo, ainda prisioneiros do nosso próprio ego, precisamos conversar com nossos medos de SER, nada é só ruim ou só bom, somos como seres humanos, um gradiente de faces.

Quando buscamos abertamente e pacificamente entender o que o nosso ego nos permite ser, nos libertamos, nós como observação que somos, trocamos de lugar, nos tornamos piloto do nosso próprio ser.

Se conheça por completo,  seu lado bom está desperto porque um dia seu lado “ruim” se aflorou e você quis mudar, não estou dizendo que devemos ser ruins para ser bons depois e nem que ser positivo é bobagem, mas sim que se realmente buscamos o autoconhecimento é importante olhar em baixo do tapete, levantar as mascaras e buscar entender COMO eu sou e como eu costumo agir quando uma situação difícil me encontra por exemplo, sou verdadeiramente gentil com todos? Sou solidário com todos? Busco compreender a todos? Quem eu sou quando as “coisas não vão bem”? Se você realmente se conhecer nada vai te abalar, você tem o controle de todos os ânimos que habitam seu ser.

Nós só enxergamos fora aquilo que temos dentro, eu só posso ser amor se eu compreender que o ódio, o orgulho, a inveja que me habita não são bons para o caminho que quero trilhar, então eu mudo, porque percebo e aceito que da mesma forma que as máscaras ruins existem, as boas também e eu posso não me culpar por quem eu fui, porque hoje, por escolha e experiência eu quero ser seja amor, paz, gentileza e gratidão por onde ou com quem eu for.

 Texto escrito por Bruna Brito.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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